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A sociedade evoluí, as marcas adaptam-se!

À luz da morte de George Floyd às mãos da policia estadunidense e da já conhecida violência policial sobre a comunidade negra nos EUA, aconteceram várias manifestações em diversas cidades do mundo. A discussão sobre o racismo estalou em vários países deixando à vista um passado mal resolvido. Mas a conversa sobre questões raciais chegou também às marcas. Os protestos marcaram uma nova etapa na luta pelos direitos civis no EUA e deixaram à vista marcas que continuam a perpetuar comportamentos e iconografias problemáticas. A PepsiCo foi uma das que anunciou uma mudança real. A linha de panquecas e xaropes, Aunt Jemima, criada em 1889, adquirida pela Quaker Oats em 1926 (mas que agora faz parte da PepsiCo), vai receber um novo nome e logotipo e deixará de basear a sua iconografia num estereotipo racial. Outras marcas como Uncle Bens Rice também já mostraram a sua intenção de re-estruturar a marca, deixando de utilizar o estereotipo racial e perpetuar comportamentos discriminatórios. Estas são apenas algumas acções que nos mostram como é importante as marcas não se desligarem da cultura em que se inserem e de manterem uma postura pro-activa e activista, alinhada aos acontecimentos do presente. Sublinha também a responsabilidade da publicidade em perpetuar ou tornar “aceitáveis” comportamentos, mensagens e iconografias impróprias.


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